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Brasileiro de 31 anos morre em Paris por complicações estomacais; família arrecada para translado

Caixão com bandeira brasileira em aeroporto, representando translado de corpo de brasileiro morto em Paris por complicações estomacais.

Leonardo José Santana, um brasileiro de 31 anos natural de Iaciara, em Goiás, morreu em Paris, na França, após sofrer complicações estomacais. A morte foi informada em 6 de janeiro de 2026, e a família aguarda a liberação do corpo para o translado ao Brasil, previsto para chegar até o final da próxima semana. A causa exata ainda depende de autópsia, mas relatos indicam que ele enfrentava problemas de úlcera com mais de 20 feridas no estômago.

Detalhes do incidente

De acordo com relatos da família, Leonardo começou a sentir fortes dores no estômago enquanto estava em Paris. Ele entrou no banheiro e não resistiu, vindo a falecer no local. A irmã, Luana Ferreira, explicou que ele já se tratava de uma úlcera estomacal, condição que pode ter contribuído para o desfecho trágico.

O que sabemos era que ele estava com problemas no estômago, uma úlcera, e tinha mais de 20 feridas no estômago. Ele falava para a gente que estava se tratando.

Lá, ele não resistiu e acabou falecendo.

Esforços para o translado

A família iniciou uma campanha de arrecadação para cobrir os custos do translado do corpo, estimado em 7 mil euros. Até o momento, uma vaquinha no Brasil reuniu R$ 14.300, enquanto uma prima na França contribui com 3.500 euros. Faltam cerca de 1.500 euros para completar o valor necessário, o que deve permitir a liberação do corpo em 12 de janeiro de 2026 e o retorno ao país de origem.

O valor do translado ficou em € 7.000,00; já temos aqui, na vakinha do Brasil, R$ 14.300. Lá na França, a minha prima vai contribuir com € 3.500,00 e praticamente está faltando € 1.500,00 para a gente conseguir arrecadar o valor total que falta.

Contexto e impacto familiar

A morte de Leonardo José Santana destaca os desafios enfrentados por brasileiros no exterior, especialmente em casos de saúde inesperados. Natural de Iaciara, em Goiás, ele deixa familiares que agora lidam com a burocracia internacional para trazer o corpo de volta. A autópsia deve esclarecer a causa precisa, mas a úlcera já conhecida sugere complicações gastrointestinais graves. A família expressa gratidão pelo apoio recebido e espera encerrar o processo em breve para realizar o sepultamento no Brasil.

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