O aparato de segurança de 51 policiais militares colocado à disposição do ex-governador Ronaldo Caiado foi alvo de uma tesourada judicial nesta semana. A decisão, que busca moralizar o uso do efetivo, veta o esquema de proteção exclusiva para familiares e exige que o estado de Goiás entregue um relatório de custos astronômicos, abrangendo desde combustíveis até o uso de aeronaves oficiais.
Com cinco dias para se adequar, o governo terá que explicar à Justiça como uma estrutura tão robusta foi mantida sob sua gestão.
