A Meta lançou nesta terça-feira, 8 de setembro de 2026, o Muse, um assistente de inteligência artificial projetado para executar tarefas complexas de forma autônoma, como enviar e-mails e reservar viagens. A ferramenta já está disponível nos Estados Unidos por meio de um aplicativo próprio e também no WhatsApp, com integração prevista para óculos inteligentes em breve. Funcionários da empresa participaram dos testes iniciais, sob supervisão de executivos como Mark Zuckerberg, Vishal Shah e Andrew Bosworth.
Como o muse opera com segurança
O Muse acessa contas de e-mail, agenda, pagamentos, saúde, compras e dispositivos de casa inteligente, sempre mediante autorização explícita do usuário, que pode revogar o acesso a qualquer momento. Desenvolvido internamente com o codinome Hatch e inspirado no OpenClaw, o sistema prioriza controle total do usuário para evitar usos não autorizados. Vishal Shah destacou que a arquitetura foi pensada para minimizar riscos.
É impossível afirmar que nunca haverá um erro, mas cada parte da arquitetura foi projetada para tornar o produto o mais seguro, protegido e privado que for possível
Vishal Shah
Motivos do adiamento e visão estratégica
O lançamento, originalmente planejado para abril, foi postergado para reforçar aspectos de segurança, proteção, privacidade e desempenho. Essa decisão reflete o objetivo de Mark Zuckerberg de entregar uma superinteligência pessoal confiável aos usuários. A Meta investiu em testes extensivos antes da liberação pública.
Expansão e integrações futuras
A disponibilidade atual no aplicativo e no WhatsApp marca o início de uma estratégia mais ampla. A empresa planeja conectar o Muse a óculos inteligentes em etapas subsequentes, ampliando o alcance da ferramenta. Usuários nos Estados Unidos já podem experimentar as funcionalidades principais com controle total sobre os dados compartilhados.
