Goiânia — Três das áreas mais sensíveis da administração pública de Goiás — Saúde, Esportes e Segurança — estão no centro de uma polêmica sobre a legalidade e a moralidade dos gastos estaduais. Sob a chancela do governador Ronaldo Caiado e do vice Daniel Vilela, projetos robustos estão sendo tocados por meio de dispensas de licitação.
A construção do Hospital Cora, as reformas no Autódromo de Goiânia e a contratação de sistemas de Inteligência Artificial para as forças policiais foram realizadas sem a tradicional concorrência pública, que garante o menor preço para o estado. Observadores políticos e órgãos de fiscalização informal alertam que a prática virou rotina na atual gestão, o que eleva exponencialmente o risco de superfaturamento e desvio de finalidade, contrariando as promessas de zelo com a coisa pública.
