O medicamento de alto custo cladribina oral, já distribuído pelo SUS para pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente altamente ativa, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz por meio do Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos). A iniciativa resulta de uma parceria firmada entre Farmanguinhos/Fiocruz, a farmacêutica Merck e a indústria Nortec, com o objetivo de reduzir custos e ampliar o acesso ao tratamento no sistema público de saúde.
Parceria estratégica entre instituições
A produção nacional do medicamento ocorrerá em território brasileiro e envolverá diretores como Silvia Santos e Mario Moreira. A medida busca consolidar o Complexo Econômico e Industrial da Saúde, gerando empregos especializados e mantendo a qualidade dos produtos oferecidos pelo SUS. Pacientes que dependem do tratamento de alto custo serão os principais beneficiados pela iniciativa.
Redução de custos e ampliação do acesso
Atualmente, o custo por paciente chega a cerca de R$ 140 mil em cinco anos. Com a fabricação local, espera-se diminuir esses valores, permitindo que mais pessoas recebam o medicamento. A estratégia também fortalece o SUS ao promover tratamentos inovadores produzidos internamente, em vez de depender exclusivamente de importações.
Compromisso com políticas públicas
A ação reforça o papel de instituições públicas na garantia de acesso a terapias modernas. As parcerias entre órgãos de pesquisa, indústria farmacêutica e fabricantes nacionais são vistas como caminho para transformar recursos em benefícios concretos para a população.
A parceria reafirma o nosso compromisso com o fortalecimento do SUS e com a promoção do acesso a tratamentos inovadores, produzidos em território nacional. É um caminho importante para a transformação de políticas públicas em cuidado real para quem mais precisa
Silvia Santos
