O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, declarou que duas mortes e três casos graves após a vacinação contra dengue permanecem em investigação no Brasil. As análises clínicas, epidemiológicas e laboratoriais ainda não confirmaram qualquer relação causal com a imunização. O pronunciamento ocorreu na segunda-feira, 6 de outubro de 2025, durante o monitoramento de eventos adversos pós-vacinação.
Investigações em curso
O Ministério da Saúde, em parceria com a Anvisa, o Instituto Butantan e o laboratório Takeda, conduz as verificações sobre os eventos reportados após a aplicação da vacina Qdenga. Equipes especializadas avaliam cada caso de forma individual para garantir a segurança do imunizante. Até o momento, mais de 1,5 milhão de doses foram administradas em todo o território nacional.
Monitoramento contínuo
As autoridades sanitárias mantêm vigilância rigorosa sobre todos os eventos adversos associados a vacinas no país. Esse processo segue protocolos estabelecidos para identificar possíveis riscos e adotar medidas necessárias. O objetivo central é assegurar que a imunização contra dengue continue a ser realizada com o máximo de proteção à população.
Declaração do ministro
Nós estamos investigando todas as mortes que acontecem após qualquer vacinação. No caso específico da vacina da dengue, nós temos dois óbitos e três casos graves que estão sendo investigados. Até o momento, não há nenhuma relação causal confirmada.
Alexandre Padilha
Padilha reforçou que investigações semelhantes ocorrem com qualquer vacina aplicada no Brasil. O acompanhamento busca preservar a confiança da população no programa de imunização. Novas atualizações serão divulgadas conforme o andamento das análises.
