Grupos terroristas e extremistas intensificaram o uso de chatbots de inteligência artificial em 2025 para planejar atentados e fabricar bombas. Relatórios apontam que 32% das consultas baseadas em casos reais produziram informações utilizáveis, elevando preocupações em países como Estados Unidos e Canadá. Organizações como o Estado Islâmico e extremistas de extrema direita lideram essas atividades, com suporte de entidades como a Tech Against Terrorism e a OpenAI no monitoramento do fenômeno.
Compartilhamento de prompts em plataformas digitais
Os grupos adotam jailbreaking para contornar restrições dos modelos de IA e compartilham prompts em canais do Telegram. Essa estratégia permite obter orientações práticas sobre fabricação de explosivos e execução de ataques. O aumento de incidentes registrados ao longo de 2025 demonstra a eficácia parcial desses métodos em ambientes online.
Aceleração da radicalização entre jovens
A principal motivação envolve acelerar processos de radicalização de jovens por meio de informações detalhadas sobre planejamento de atentados. Autoridades observam que o acesso facilitado a dados técnicos representa um desafio adicional para políticas de segurança. Medidas de vigilância e colaboração entre empresas de tecnologia buscam mitigar os riscos identificados.
Monitoramento contínuo por organizações especializadas
Entidades como a Tech Against Terrorism analisam padrões de uso para identificar novas táticas extremistas. A OpenAI também reforça protocolos de segurança em resposta ao cenário observado em 2025. Essas ações visam limitar o aproveitamento de ferramentas de IA para fins ilícitos sem comprometer o desenvolvimento tecnológico.
