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EUA interrompem operação cibernética chinesa contra Departamento de Justiça, NASA e Fed

Cybercrime; hacker; crimes digitais; crimes virtuais — Foto: Kevin Horvart/Unplash
Cybercrime; hacker; crimes digitais; crimes virtuais — Foto: Kevin Horvart/Unplash

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos anunciou em 26 de agosto de 2026 a interrupção de uma operação cibernética atribuída a hackers chineses que invadiu ou tentou acessar sistemas de instituições governamentais americanas, incluindo o próprio Departamento de Justiça, a NASA, o Federal Reserve e o Senado. A ação resultou na apreensão dos domínios das plataformas QScan e QTRouter, gerenciadas pela empresa Nanjing Xinjiuwei Network Technology Company, e visou conter invasões que ameaçavam dados sensíveis de órgãos federais e empresas nos Estados Unidos e na Coreia do Sul.

Apreensão de domínios e interrupção da rede

As autoridades americanas tomaram medidas diretas para desativar as ferramentas usadas pelos hackers ao confiscar os domínios das plataformas mencionadas. Essa ação impediu o avanço de tentativas de acesso não autorizado a redes críticas, limitando a capacidade dos envolvidos de continuar as operações. O Departamento de Justiça coordenou a iniciativa com foco em proteger a integridade de sistemas governamentais e evitar novos comprometimentos de informações estratégicas.

Histórico das atividades dos hackers

Os hackers mantinham atividades desde pelo menos 2018, com registros de tentativas em 2019 e invasões confirmadas em setembro de 2024. A operação é vinculada ao Ministério da Segurança do Estado da China e ao Exército de Libertação Popular, o que reforça a natureza estatal das ações. As investigações revelaram um padrão persistente de ataques direcionados a alvos de alto valor, exigindo resposta coordenada para mitigar riscos futuros.

Instituições e empresas impactadas

Entre as vítimas identificadas estão o Departamento de Energia, a NASA, os Institutos Nacionais de Saúde e diversas empresas localizadas nos Estados Unidos e na Coreia do Sul. Os ataques buscavam acessar dados sensíveis em setores estratégicos, o que motivou a resposta imediata das autoridades para preservar a segurança nacional e a estabilidade de infraestruturas críticas. A operação reforça a importância de vigilância contínua contra ameaças cibernéticas de origem externa.

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