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Mercado fitness do Distrito Federal crescerá 18% este ano

Com o auge do verão, os brasilienses buscam intensificar a prática de atividades físicas visando o corpo que consideram o padrão dos sonhos. A ambição fomenta o comércio varejista de artigos esportivos e de academias, atraindo cada vez mais consumidores. O setor fitness promete um crescimento de 18% neste ano, segundo previsões do Sindicato do Comércio Varejista do Distrito Federal (Sindivarejista).

mercado de academias e artigos esportivos está aquecido na capital, impulsionado pelo aumento da busca por atividades físicas e cuidados com o corpo, especialmente no início do ano. Esse aumento reflete-se na busca por academias e atividades ao ar livre, como corrida e ciclismo. A população tem reconhecido cada vez mais a importância da atividade física para a saúde mental e emocional.

De acordo com informações do Sindicato das Academias do DF (Sindac), além da movimentação direta no comércio, o setor de saúde corporal tem impactos positivos na economia e na sociedade. Segundo, a presidente do Sindac, Thaís Yeleni Ferreira, 44, o mercado de academias na capital está muito aquecido. “É de fundamental importância para a saúde da população, não só a saúde física, mas a saúde emocional. Há comprovações de que quem faz atividade física tem mais disposição, foco e alegria de viver”, enfatizou ao Correio.

A presidente do Sindac explica que é essencial a mudança da população para hábitos saudáveis. “No mundo em que vivemos hoje, com muita informação e um ritmo muito acelerado, se movimentar é uma necessidade básica. Então, chega agora no começo do ano, e as promessas e os objetivos de mudança fomentam o mercado”, acrescentou.

Thaís Yeleni declarou que seria importante a criação de políticas públicas de conscientização para que as pessoas se mantenham ativas. “A cada um dólar investido em exercícios físicos economiza-se três dólares em hospitais, médicos e remédios. Não precisa ser muito inteligente para ver que investir na prevenção não é só uma questão de ausência de doença, mas torna as pessoas mais produtivas. Elas se relacionam melhor e geram um impacto na sociedade diferente daqueles que não são ativos”, afirmou.

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